Esse texto foi produzido pelo meu amigo Tiago Aquino "Paçoca"
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quinta-feira, 29 de março de 2012
Recreação Aquática: o prazer de brincar e jogar na água
Esse texto foi produzido pelo meu amigo Tiago Aquino "Paçoca"
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
ANIMAÇÃO SÓCIO-CULTURAL
Animação Sociocultural: Por que é a Base do Trabalho de um Recreador?
Animação Sociocultural (ASC) pode parecer um termo acadêmico, mas é o coração da nossa profissão. Sabe quando você monta uma brincadeira que não é só para passar o tempo, mas para conectar pessoas, ensinar algo novo e fortalecer um grupo? Isso é a ASC em prática.
De acordo com a UNESCO, a ASC é um conjunto de práticas sociais que estimulam a participação de comunidades no seu próprio desenvolvimento. Em outras palavras, não é só entreter, é empoderar.
A História por Trás da Animação
A ASC não surgiu do nada. Ela é uma resposta à Revolução Industrial. Com as pessoas migrando do campo para a cidade e perdendo laços comunitários, a necessidade de reconexão se tornou urgente.
O tempo livre, que antes era uma luta, se tornou um direito. E a ASC apareceu para preencher esse tempo com significado, ajudando as pessoas a se adaptarem às novas realidades e a se tornarem protagonistas de suas próprias vidas, e não apenas espectadores.
ASC: As 3 Dimensões que Todo Recreador Deve Conhecer
Para nós, recreadores, a ASC se manifesta em três dimensões principais: cultural, social e educativa.
1. Dimensão Cultural: Mais que Entreter, É Produzir Cultura
Aqui, a gente desmistifica a ideia de que cultura é só algo para ser "consumido" (a chamada democratização cultural). A gente vai além. A ASC promove a democracia cultural, onde todos são criadores. O recreador é um mediador, facilitando a expressão, a criatividade e a participação ativa. Seja em uma oficina de arte ou em um jogo de teatro, o objetivo é que o grupo crie sua própria cultura.
2. Dimensão Social: A Força da Comunidade
A ASC foca na comunidade, e não na sociedade como um todo. Nosso trabalho acontece em contextos específicos: um acampamento, um resort, uma escola, um bairro. A gente não só trabalha com um grupo, a gente atua para superar desigualdades e dar voz a quem não é ouvido. É um trabalho de desenvolvimento comunitário, que fortalece os laços sociais e promove a participação ativa.
3. Dimensão Educativa: Educação que Acontece em Todo Lugar
A educação não está restrita à sala de aula. A ASC atua principalmente na educação não-formal, que é a aprendizagem que acontece fora das instituições tradicionais. Nossas atividades são planejadas para desenvolver habilidades e valores, como trabalho em equipe, respeito e liderança, de forma lúdica. E sim, a educação informal (aquela que vem do dia a dia) e até a formal se beneficiam das nossas práticas.
Em Resumo: Por que isso é importante para você?
Entender a Animação Sociocultural nos dá um propósito maior. Não somos apenas "Tio e Tia" que fazem brincadeiras. Somos agentes de mudança, educadores e facilitadores culturais. Usamos o lazer como uma ferramenta poderosa para conectar pessoas, fortalecer comunidades e, acima de tudo, contribuir para o desenvolvimento humano integral.
#recreacao #recreacaoprofissional #animacaocultural #animacaosociocultural #lazer #desenvolvimentocomunitario #recreadores #pedagogiadolazer
domingo, 13 de novembro de 2011
COACH CARTER - TREINO PARA VIDA
Olá amigos tudo bom?
Recomendo esse filme para todos que querem lidar com liderança.
Este texto que colocarei agora é deste blog:
http://valerianakamura.wordpress.com/2008/03/10/filme-coach-carter-treino-para-a-vida/
Fábrica de Empreendedores
Gestão de Empresas, Empreendedorismo, Empreendedores
Este filme é baseado na história real de Ken Carter, um treinador (coach) de basquete que deseja transformar a vida de garotos de uma escola da periferia da Califórnia, utilizando o esporte e a educação.
Carter, proprietário de uma loja de materiais esportivos, se depara com um convite para se tornar treinador do Colégio Richmond onde havia estudado e jogado basquete com inúmeros recordes que não haviam sido quebrados.
Mas o desafio era grande, o time na última temporada ganhou apenas 4 jogos e perdeu 22. Os jogadores eram briguentos, sem nenhuma disciplina e regras, mas Carter acreditava que podia transformá-los.
O basquete não deveria ser uma desculpa para estar na escola, mas uma conquista obtendo boas notas e presença nas aulas e assim, Carter decide impor regras que a princípio deixam pais, professores e alunos inconformados, mas ele não se importa, pois sabe o que precisa fazer para chegar onde deseja.
Carter faz com que esses garotos comecem a visualizar um mundo diferente, com a possibilidade de irem para a universidade, de não pertecerem ao mundo que seus pais e amigos fazem parte, o das drogas e do crime, enfim, podem se tornar verdadeiros cidadãos e profissionais.
Esses meninos descobrem suas potencialidades, sua autoconfiança e auto-estima aumentam, aprendem o que é ser uma equipe, ajudando uns aos outros. Aprendem a ganhar e a perder, como ocorre em nossa vida.
Vamos analisar esse filme com foco na liderança nas empresas, principalmente voltado ao processo de Execução que segundo Ram Charam é um grande problema, pois a maioria dos executivos estão preocupados com as estratégias, mas não com a execução e por isso os resultados não aparecem.
1. Carter gostava de desafios, pois como esportista e empresário, isso fazia parte de sua vida. E assim, é o líder, eternamente movido a desafios, senão sua vida não tem sentido.
2. Carter gostava de pessoas e acreditava que todas podiam desenvolver seu potencial, porém precisavam se conhecer realmente para que pudessem fazer a diferença em suas vidas, por isso fazia com que os garotos chegassem ao limite do corpo, da mente, da alma. Era absolutamente transparente, não ficava com medo de melindrar, de causar uma revolução, de perder os garotos; trabalhava o processo de feedback de forma brilhante, “o que você faz bem… o que você não faz e como pode fazer”.
Vejo que várias pessoas que estão exercendo a liderança atualmente não estão preparadas para isso, pois primeiro, não gostam de pessoas, não se importam com elas, as enxergam apenas como um objeto para atingirem seus objetivos e por isso, muitas vezes não conseguem. E segundo, não saber trabalhar o processo de vital importância nas relações pessoais que é o feedback. Alguns têm muito medo em dar o feedback e serem vistos como “mauzinhos” da empresa, preferindo ficar “de bem” com todos, outros acreditam que o feedbacksó é utilizado quando ocorreu algo errado e aí também o resultado não aparece. Acredito que esse assunto merece um post próprio que depois escreverei.
3. Carter ao testar os jogadores, começa a colocá-los nas posições mais adequadas. Nas empresas, muitas pessoas são colocadas em posições que não possuem a competência necessária e por isso, muitas vezes são descartadas ou discriminadas. Deve-se haver um estudo mais aprofundado das competências profissionais para termos pessoas certas nos lugares certos.
4. Carter podia exigir resultados, pois sabia que era possível, afinal ele também fora aluno daquela escola, passou pelas mesmas situações daqueles garotos, foi um brilhante jogador e conseguiu dar a volta por cima, estudar e se tornar um empresário. Quantos líderes que vemos nas empresas que elaboram estratégias maravilhosas, mas não sabem como excutá-las e quando questionados dizem: “eu sou pago para pensar… vocês são pagos para fazer!”. Mas como executar algo que nem o líder sabe por onde começar? O líder precisa dar a direção, mostrar que é possível e que está com a equipe em todo o processo, caso contrário, a credibilidade do líder começa a cair e seus funcionários não o seguem. Imagine o Coach Carter dizendo para seus garotos que eles podem ter uma vida diferente se a dele não tivesse sido… será que eles o seguiriam? O que você acha de um médico endocrinologista obeso que te diz que é possível emagrecer de forma natural?
Os líderes precisam ser um exemplo!
5. Existia um garoto (Cruz) que sempre entrava em embate com Carter que sempre o questionava e desafiava: “Do que você tem medo?”. Após passar por muitas coisas, esse garoto responde a essa pergunta: “Temos medo do nosso próprio brilho!”.
O verdadeiro líder é um transformador de pessoas e do ambiente em que vive e por isso precisa buscar seu autoconhecimento e conhecer as pessoas com quem se relaciona para ajudá-las no seu desenvolvimento e fazer com que elas brilhem e saibam lidar com isso. No momento em que cada um encontre seu caminho e saiba que para obter um melhor resultado (um brilho maior) precisa de outras pessoas, o líder conseguiu formar uma verdadeira equipe.
Nosso ativo mais importante na empresa é formado pelas pessoas. Nenhuma estratégia dará resultado se não conseguir ter pessoas para operacionalizá-las. Por isso, passe a valorizá-las!
Texto extraído do http://valerianakamura.wordpress.com/2008/03/10/filme-coach-carter-treino-para-a-vida/
Preparado para assumir as suas mudanças?
Um abração
FELIPE DIAS - TIO PÃO
Recreação Profissional e Turismo
www.tiopao.com.br
domingo, 28 de agosto de 2011
RODAS CANTADAS
Com o dedo,dedo
terça-feira, 14 de junho de 2011
CAMINHAR A FORMA MAIS SIMPLES DE SE MANTER EM FORMA
Fonte: Daiane Silva - Profª de Educação Fisica
http://daianepersonal.webnode.com.br/
A caminhada é uma atividade fácil de ser realizada, mas, mesmo que você caminhe todos os dias, isso não quer dizer que o faça corretame...nte. Caminhar a passos rápidos ou caminhar com força e ininterruptamente queima muito mais calorias do que a caminhada a passo normal.
Caminhar, principalmente para quem está iniciando um programa de atividades, é ideal para trabalhar a função cardiovascular, melhorando o nível de condicionamento físico; para ajudar na perda de peso e fortalecer os músculos das pernas e do bumbum; para reduzir a pressão sangüínea, os níveis de colesterol no sangue, o risco de doenças cardíacas, osteoporose, diabetes e o estresse.
Além de poder ser feita em qualquer lugar, você pode alterar a intensidade da sua caminhada, aumentando a velocidade, percurso (subidas e descidas) ou a distância percorrida. Também é importante monitorar a freqüência cardíaca para que você possa compreender melhor como o seu corpo responde às diferentes intensidades de exercícios e, assim, realizar uma atividade segura e eficiente (trabalhe com 60% a 75% da freqüência cardíaca máxima, obtida subtraindo 220 da sua idade).
Quando você estiver realizando longas caminhadas de maneira fácil, poderá iniciar treinos intervalados, onde irá alternar caminhada e corrida, de preferência com acompanhamento de um professor de educação física.
Mas o uso de técnicas corretas é fundamental:
•Observe a batida do calcanhar que deve ser a primeira parte do pé a tocar o chão, depois a planta do pé e, por fim, os dedos;
•Impulsione o corpo à frente, usando os glúteos e os músculos da parte posterior das pernas;
•Mantenha as costas e o abdome firmes e contraídos;
•Use os braços, dobre o cotovelo em 90 graus e inicie todo o movimento a partir dos ombros;
•Mantenha os ombros em linha reta e não deixe o corpo girar na cintura, evitando o vai e vem dos quadris;
•Use um tênis apropriado para caminhada, pois este absorve mais o impacto com o solo;
•Se você sentir dor nas canelas, diminua a velocidade e evite as ladeiras;
•Faça alongamento antes e depois das caminhadas;
•Hidrate o corpo bebendo água antes, durante e depois do exercício;
Andar é fácil, gostoso, barato e faz bem. Aproveite o tempo que você tem e caminhe para a saúde mental e física que esta atividade proporciona.
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Após 30 anos de sua morte, reveja entrevista exclusiva com Mazzaropi
Após 30 anos de sua morte, reveja entrevista exclusiva com Mazzaropi
Ator e cineasta foi eternizado pela figura do caipira de TaubatéO seu 33º filme e último, que se chamaria “Maria Tomba Homem” , não foi finalizado. Após mais de 20 dias internado, Mazzaropi morreu aos 69 anos, vítima de um câncer na medula óssea.
Em um resgate de arquivo da TV Cultura, achamos uma matéria de lançamento do filme “Um caipira em Bariloche”, em 1973, com uma entrevista exclusiva com Mazzaropi, onde ele agradece a emissora pela divulgação da obra: “Eu quero agradecer a você por ter vindo prestigiar a nossa estreia. Isso é um incentivo ao cinema nacional”.
No filme o caipira troca o carro de boi por um ski. Essa foi a primeira gravação de Mazzaropi em outro país.






